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segunda-feira, 25 de novembro de 2013 2 comentários

The Day of TheDoctor - Especial 50 anos de Doctor Who (contém SPOILERS e EASTER EGGS)

TARDIS
Segundo a Wikipédia: Doctor Who é uma premiada série de ficção científica britânica, produzida e transmitida pela BBC. A série mostra as aventuras de um Senhor do Tempo - humanoide alienígena viajante do tempo que possui dois corações - conhecido apenas como "O Doutor" ("The Doctor"). Ele explora o universo em sua máquina do tempo, uma sensível nave espacial conhecida como TARDIS, cuja aparência exterior se assemelha a uma cabine da polícia londrina de 1963, justamente quando a série foi ao ar. Juntamente com os seus companheiros, O Doutor enfrenta uma variedade de inimigos, enquanto trabalha para salvar as civilizações, ajudar as pessoas comuns, e corrigir erros.
Em outras palavras, Doctor Who mexe com o imaginário das pessoas com sua passagem pelo espaço tempo com sua TARDIS (Time And Relative Dimension In Space - algo como dimensão relativa do espaço tempo) e suas companhias, mostrando que sempre podemos consertar nossos erros, mesmo que eles sejam antigos. A série está dividida em dois momentos: a série clássica (do primeiro ao oitavo Doutor) e a série atual (do nono ao Doutor atual - décimo primeiro). Eu comecei a ver o seriado a partir da série atual que conta com, até agora, 7 temporadas e estou em busca para assistir as temporadas clássicas. Muitas pessoas já escreveram episódios para o seriado, inclusive o Neil Gaiman (razão a mais para gostar dele, né?)

No sábado, dia 23 de novembro, foi comemorado os 50 anos da série e, só para vocês verem como a BBC é, o episódio foi ao ar nos cinemas em 3D com transmissão simultânea para vários países e no mesmo horário que o primeiro episódio foi ao ar lá nos idos de 1963. A principio apenas algumas cidades do Brasil iriam ter o privilégio de assistir esse especial no cinema, o eixo Rio-São Paulo era uma delas, mas depois outras cidades foram incluídas no circuito. Foi impressionante ver que os ingressos para assistir esse especial, em 3D e legendado, voaram mais rápido que os ingressos de um Rock In Rio (sei que isso não é uma boa comparação, mas é a coisa mais próxima para se comparar), mesmo sendo uma 'bagatela' de 40 reais mais as taxas de conveniência (que pode chegar em até 20% o valor do ingresso). Em Recife conseguimos lotar 2 salas com Whovians (assim que são chamados os fãs da série) de todas as idades e até aqueles que não eram 100% Whovians, mesmo com o erro cometido pela Cinemark Pernambuco de atrasar em 1 hora a sessão por conta de um erro na hora da venda dos ingressos. Porém esse erro, para mim, não alterou bulhufas pois vi, me diverti e quase chorei assistindo o especial do mesmo jeito.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012 4 comentários

O Hobbit e uma realização


Minha primeira pré-estreia... Não poderia estar mais feliz, não poderia ter escolhido melhor filme.

Me apaixonei pelo universo de Tolkein quando li 'A Sociedade Do Anel' nos idos de 2002 e até hoje continuo maravilhada com a capacidade de um simples homem criar um mundo tão maravilhoso. Desde que foi anunciado que haveria um filme baseada na obra que deu início a uma saga tão rica, pensei comigo que o mundo não podia acabar até que assistisse, pelo menos, o primeiro da trilogia. Pois é, sobrevivi ao fim do mundo no ano passado e agora, finalmente, consegui ver essa maravilha.

Segundo a Wikipédia os hobbits são: "um povo discreto e muito antigo, normalmente não ultrapassam um metro de altura, são bem menos robustos que anões e consideram a possibilidade de participarem de uma aventura como uma atitude insana, pois preferem a calma de sua vida rotineira, amam uma região campestre organizada e bem cultivada. São agéis pois acostumaram-se a fugir dos "homens grandes", conseguiram tanta experiência nessa área que pode-se confundir com magia, porém, hobbits nunca tiveram interesse em magia, além disso, hobbits tem ouvidos agudos e olhos perspicazes. Embora habilidosos, os hobbits não conseguem entender ou gostar de máquinas mais complicadas que um fole de forja, um moinho d'água ou um tear manual. Andam descalços, porque a sola de seus pés é muito espessa, não necessitando de calçados. Vivem em tocas grandes e confortáveis (na verdade, casas subterrâneas com um só andar e várias despensas) em uma terra ao oeste da Terra Média, chamada Shire (no Brasil o nome do local foi traduzido para "Condado")."  Bem, quem me conhece sabe a minha profunda identificação com os hobbits, depois dos Ents é claro, mas isso é outra história.

O Hobbit conta a historia de Bilbo Bolseiro 60 anos antes da comitiva do anel ser formada e de como o Anel apareceu nas mãos desse pequenino. Li algumas críticas onde as pessoas chamam o filme de parado e que demora a pegar o ritmo... Bem, escrevo como fã da saga e, sinceramente, não achei o filme lento (lento é o livro 'As Duas Torres') e até achei o filme curto. Me emocionei com as canções dos anões (ok, admito, caíram lágrimas na música Misty Mountain), ri com as caras e bocas do Martin Freeman, Gandalf e dos anões. Falando em anões, eles aumentaram bastante a minha simpatia por eles. Temos elfos também, não tão presentes como nos outros filmes da trilogia do eSenhor dos Anéis', e a linda presença da Cate Blanchett como Galadriel

Queria falar, especificamente sobre o Martin Freeman (qual não sei mais se chamo de Arthur Dent, John Watson ou Bilbo Bolseiro) que se mostrou extremamente carismático no papel principal da saga e, a cada trabalho dele que vejo, se mostra um ator impressionante! Poderia ficar babando horrores por ele mas, voltemos ao tema.


O filme é rico, tem efeitos lindos e uma fotografia maravilhosa. Mas, existem defeitos como qualquer coisa no mundo. Determinados momentos, os efeitos ficam forçados a ponto de você notar isso (ora, em full HD e 48fps você nota até a barba do cara crescendo) e algumas cenas eram muito rápidas, até disseram que isso poderia causar mal-estar em algumas pessoas e que se ficasse atento. Felizmente, nada disso tira o brilho do filme que, possivelmente, irá arrebatar alguns oscars ano que vem. Além de tudo isso, a história dessa primeira parte da jornada de Bilbo Bolseiro traz uma mensagem de nunca desistir de alguém que parece ser menos que você/diferente de você e que se você quer algo, lute com todas suas forças se cercando por pessoas que possam lhe ajudar.


Agora, cá estou eu, já a espera do segundo filme ansiosa. Que a jornada continue, pois quero partir nessa aventura.


 
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